“A CONFIANÇA É O MELHOR INGREDIENTE DA SEGURANÇA ALIMENTAR”
As alterações nos estilos de vida, o processamento alimentar e os tipos de alimentos que ingerimos tornaram a segurança alimentar um assunto de extrema importância para a indústria alimentar e entidades públicas.
OS CONSUMIDORES QUEREM PRODUTOS ALIMENTARES SEGUROS E SÃOS.
A segurança alimentar, refere-se à segurança dos alimentos em termos de inocuidade, ou seja, alimentação saudável que cumpre todas as normas de segurança e higiene alimentar.
A qualidade surge então como uma consequência imediata desta segurança alimentar, sendo tratada como “a Qualidade” que se reporta às características do produto (segurança e saúde), que lhe conferem uma qualidade mínima, e não às suas características extrínsecas (satisfação das necessidades explícitas do consumidor).
Devido às preocupações com a saúde pública, e ao aumento do grau de confiança, as entidades interessadas devem proceder à harmonização de regras gerais dos géneros alimentícios, tais como, preparação, transformação, fabrico, embalagem, armazenamento, distribuição, manuseamento e venda ou colocação à disposição do consumidor, bem como um controlo rigoroso no cumprimento dessas regras.
ESSAS REGRAS PRETENDEM GARANTIR QUE OS GÉNEROS ALIMENTÍCIOS SEJAM TÃO SEGUROS QUANTO FOR TECNICAMENTE POSSÍVEL, ASSEGURAR A DEVIDA INFORMAÇÃO DOS CONSUMIDORES E OFERECER-LHES AMPLAS POSSIBILIDADES DE ESCOLHA.


